sábado, 22 de março de 2008

O prazer de criar, acompanhar o crescimento, utilizar e voltar a criar!...

Arrancar ervas-daninhas - não que tenha algo de pessoal contra elas, mas não são boa companhia para os nossos legumes, os nossos frutos, os nossos tubérculos...
Falar para (porque ainda não sei falar com) os alhos-franceses. Depois para as alfaces. Ainda para as meloas. Colhemos uns nabos para confirmar possíveis suspeitas de bicho. Por hoje ficámo-nos por aqui.
(...)
Hoje foi a vez das Couves-nabiças. Amanhã vai haver grelos biológicos para o almoço:) Para darem a vez às Cenouras. Antes de as semearmos revira-se a Terra, acrescenta-se um pouco de adubo (biológico,claro!), volta a revirar-se e depois agarramos nas cenourinhas para as enterrar e torcer para que daqui a algum tempo estejam bem crescidas e bonitas!!!
A mana é que é a verdadeira artista nesta arte (como em todas as outras). Mas eu vou tentando acompanhar. Para aprender e apreender. E poder eu também sentir este prazer que é a Agricultura Biológica!

2 comentários:

José Eduardo disse...

Bom, eu de agricultura biológica não percebo nada, mas venho (mais uma vez) aqui para dizer que concordo contigo nas reclamações da noite no Uptown. O atraso é próprio deste tipo de espectáculos, mas desta vez houve quase o dobro da espera. Deu para reparar que o Jorge gosta de fazer render o copo e, diga-se, faz muito bem. Mas claro, é uma espera que vale a pena porque a música é sempre boa. Depois, claro, a menina que mais uma vez não veio ver o mundo ao Porto. :(

Beijo.

PS: Uma pergunta: Tens o "Sede"?

Devagar disse...

Sempre senti esse apelo da terra, do universo rural, do contacto próximo com a natureza.

Sou completamente urbano, e é como se me sentisse amputado de algum sentido. É como deixar de ver, ouvir, cheirar.

Falta cheiro a terra molhada, imensidão, um ritmo mais sereno. Horizonte, sim, horizonte de fazer perder mesmo a vista.

Às vezes encontramos tudo isso no outro. ÀS vezes.

(Gosto de parar por aqui e ir lendo um pouco desta menina que sorri a dormir)

(Intromissão ousada. Confesso)