sábado, 20 de setembro de 2008

Daquelas coisas que devem ser bastante simples mas que eu ainda não me dei ao trabalho de as perceber!!!

Qualquer dia destes vou ter paciência para perceber coisas simples da blogosfera que ainda não me dei ao trabalho de perceber! Vai haver alguém que se vai disponibilizar (aconselha-se paciência) para me mostrar como se adicionam vídeos a posts que escrevo; como criar (nem sei se será este o verbo adequado) links; como preencher o meu espaço com música; como deixar registado outros cantinhos que visito assiduamente; coisas assim:
que devem ser bastante simples mas que eu ainda não me dei ao trabalho de as perceber!!! :)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Será esta constante partida de amigos próximos uma forma de a Vida me dizer "Vá lá, continua tu também com as tuas partidas e os teus regressos... Busca, mesmo que não saibas muito bem o quê... Parte mesmo que te digam que estás a fugir... Aventura-te. Porque, independentemente do propósito, é sempre uma aprendizagem!!!!"


Se calhar tenho de dar ouvidos à Vida.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Rufus Wainwright - Oh, what a world

Men reading fashion magazines
Oh what a world
It seems we live in
Straight man
Oh what a world
We live in

Why am I always on a plane or a fast train
Oh what a world my parents gave me
Always
Travelin' but not in love

Still I think I'm doin' fine
Wouldn't it be a lovely headline
Life is
Beautiful on a New York Times

Men reading fashion magazines
Oh what a worldIt seems we live in
Straight man
Oh what a world
We live in

Why am I always on a plane or a fast train
Oh what a world my parents gave me
Always
Travelin' but not in love

Still I think I'm doin' fine
Wouldn't it be a lovely headline
Life is
Beautiful on a New York Times

Oh what a world
We live in

Why am I always on a plane or a fast train
Oh what a world my parents gave me
AlwaysTravelin' but not in love

Still I think I'm doin' fine
Wouldn't it be a lovely headline
Life is
Beautiful

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Como é efémera e irrepetível a vida. Cada grão de areia que vai caindo na ampulheta é como uma ínfima agulha espetado no coração. E, ao contrário da ampulheta, a vida não pode ser voltada do avesso para aproveitar outra vez o grão de areia - na vida, o grão de areia não fica dentro da ampulheta. Cai para fora. A única forma de contrariar o mecanismo do tempo que passa é aproveitar ao máximo cada grão de areia. Uma vida intensa não trava o correr do tempo, mas permite-nos a ilusão de o atrasar. Uma pequena satisfação.
(...)
Uma boa dose de pânico ajuda a contrariar o tempo, a mudar de vida.
Cadilhe, G. (Coordenadas soltas - Única/ Expresso)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

É preciso mudar. É preciso deixar de "deixar para amanhã". É preciso concretizar os planos que se elaboram.

Eu preciso.